Maëlys de Araújo não foi violada. Análise aos restos mortais revela fortes agressões
Maëlys desapereceu em Pont-de-Bonvoisin, em França, em agosto do ano passado, durante um casamento.
Os resultados revelam que não foi violada, algo que o autor o crime sempre negou ter acontecido, apesar de serem várias as pessoas que o acusavam disso.
Maëlys tinha uma mandíbula fraturada, que terá sido a causa da sua morte, após fortes agressões.
A análise aos restos mortais duraram três meses e chegaram à conclusão de que não foi violada, nem foram encontradas mais fraturas ou lesões, exceto a da mandíbula.
O funeral da menina luso-descendente será realizado hoje, dia 2 de maio. A cerimónia teve inicio às 14h30, na igreja de Tour-du-Pin e será enterrada em Isère.
Nordahl Lelandais, o principal suspeito do rapto da menor, está em prisão preventiva desde o seu desaparecimento.
Nordahl confessou em fevereiro que matou Maëlys e levou as autoridades ao local do crime e onde deixou o cadáver.
Apenas quando foram encontrados vestígios de sangue no porta-bagagem do seu carro é que confessou que a menina esteve no interior do carro.
Nordahl explicou às autoridades que Maëlys de Araújo lhe pediu para ir ver os animais, pois ele é criador de cães. No entanto, durante o caminho a menina ficou assustado e pediu aos gritos para voltaram para trás.
Foi nesse momento que lhe deu "uma bofetada com as costas da mãe, violenta, na cara" e a menina desmaiou. Quando parou o carro, reparou que Maëlys não reagia e "constatou que já não respirava".



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