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Presidente da Raríssimas continua impune e a fazer vida de luxo!



Em dezembro de 2017, uma investigação feita por Ana Leal da TVI, revelou centenas de documentos que meteram em causa a gestão feita pela presidente da associação 'Raríssimas'.

A investigação tornou-se num escândalo nacional! Levou a cair um secretário de Estado e fez 'tremer' vários ministros, como o do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva.

Paula Brito e Costa, a presidente da 'Raríssimas', foi acusada de usar dinheiros da instituição nas suas deslocações fictícias e gastos pessoais, como roupa e compras de supermercado.


A fundadora da associação foi constituída arguida por suspeita de três crimes: peculato, falsificação de documentos e recebimento indevido de vantagem.

Apesar de ter sido suspensa do seu cargo, Paula Brito e Costa continua a usufruir do salário da instituição de solidariedade social, da qual vive de subsídios do Estado e donativos.

Para além dela, também o seu marido e filho continuam a contar com o ordenado no  final de cada mês, segundo avança a 'Nova Gente'.

Apesar da polémica e escândalo nacional que se gerou na altura após a investigação se tornar pública, apenas uns meses depois o caso ficou 'abafado' de novo.


Veio agora a ser descoberto que a presidente da 'Raríssimas' continua a manter o mesmo estilo de vida de luxo.

Foram também reveladas imagens de Paula Brito e Costa e o marido com a sua mota de alta cilindrada, cujo o preço ronda os 35 mil euros, fora os extras.

A mota em questão trata-se de um modelo comercializado no nosso país apenas desde o mês de março, logo, isso só poderá significar que o casal a adquiriu muito recentemente e após a sua suspensão da 'Raríssimas'.

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